top of page

Postagem Zero: Por que 50% dos usuários devem limitar as redes até 2026?

  • Foto do escritor: Rafael
    Rafael
  • 5 de jan.
  • 12 min de leitura

O Fenômeno da Postagem Zero e a Retração da Geração Z

O Custo Emocional da Performance Digital e a Fadiga da Exposição

Por que a "Vida Comum" perdeu espaço para Criadores Profissionais?


Pessoa sentada em poltrona escura, olhando para celular. Ambiente escuro com luzes azuis e brilho ao redor, criando atmosfera de isolamento.

A Erosão da Participação Pública Digital: Uma Análise da Transição para a Postagem Zero e o Recuo para o Dark Social


O ecossistema das redes sociais digitais, após duas décadas de expansão ininterrupta fundamentada no compartilhamento ostensivo da vida privada, atravessa um momento de reconfiguração estrutural profunda. O fenômeno, frequentemente descrito como a ascensão da "postagem zero", reflete uma mudança sistêmica na forma como os indivíduos, particularmente a Geração Z, interagem com as plataformas que outrora serviam como diários públicos de suas rotinas.1 A análise detalhada das tendências atuais demonstra que as redes sociais estão deixando de ser espaços de conexão interpessoal direta para se transformarem em plataformas de consumo passivo de conteúdo e publicidade, movidas por algoritmos de recomendação que marginalizam a voz do usuário comum em favor de criadores profissionais e marcas.1


A Gênese da Postagem Zero e a Crise da Performatividade


A teoria da "postagem zero", termo cunhado pelo escritor e jornalista Kyle Chayka, sugere que a sociedade atingiu um ponto de saturação onde o custo emocional e social de compartilhar a vida online superou os benefícios percebidos.1 Segundo Chayka, autor da obra "Filterworld: How Algorithms Flattened Culture", a percepção de que a "vida normal de pessoas normais" não possui mais valor de mercado nessas plataformas é um dos principais motores desse desengajamento.1 Os algoritmos contemporâneos não priorizam mais o que os amigos estão fazendo, mas sim o que é capaz de reter a atenção do usuário pelo maior tempo possível, o que invariavelmente favorece conteúdos ultraproduzidos ou polêmicos.1

Dados recentes corroboram essa percepção de retração. Aproximadamente um terço dos usuários de redes sociais relata estar postando com menos frequência do que há um ano.1 Esse movimento é liderado pela Geração Z, indivíduos nascidos entre 1995 e 2010, que embora sejam nativos digitais, estão demonstrando uma fadiga aguda da performatividade virtual.1 Para essa coorte, a rede social tornou-se um ambiente de vigilância constante e de pressão por uma perfeição estética que se tornou insustentável.2


Dinâmicas Geracionais e Comportamento de Postagem


A tabela abaixo sintetiza o panorama do engajamento e as tendências de uso entre as diferentes gerações, evidenciando o contraste entre a presença digital e a disposição para a produção de conteúdo público.

Geração

Perfil de Uso Predominante

Tendência de Postagem Pública

Plataformas de Preferência

Geração Z

Consumo de vídeo e busca por autenticidade

Queda acentuada (Recuo para o privado)

TikTok, Instagram, Snapchat, WhatsApp

Millennials

Profissionalização e curadoria de estilo de vida

Estável com tendência à redução

Instagram, Facebook, LinkedIn

Geração X

Busca por informação e conexão familiar

Estável

Facebook, YouTube, WhatsApp

Baby Boomers

Consumo de notícias e interação direta

Crescimento moderado

Facebook, WhatsApp

1

A Transição do Grafo Social para o Grafo de Interesse


A mudança fundamental na arquitetura das plataformas é a transição do modelo de "Grafo Social" para o "Grafo de Interesse".3 No grafo social, que dominou a primeira década das redes sociais, a visibilidade do conteúdo era determinada pelas conexões diretas: amigos, familiares e colegas de trabalho.3 O objetivo era a manutenção de relacionamentos.4 No entanto, influenciadas pelo sucesso do TikTok, plataformas como Instagram e Facebook adotaram o grafo de interesse, onde o algoritmo prioriza a relevância do conteúdo baseada em padrões de comportamento e engajamento global, independentemente de quem postou.3

Essa transição alterou o incentivo para o usuário comum. Se antes uma foto de um jantar em família era vista por todos os amigos, hoje ela é suprimida por vídeos de influenciadores de culinária profissional que o algoritmo considera mais "engajadores" para a massa.1 Estima-se que até 50% do conteúdo nos feeds do Facebook agora venha de criadores que o usuário sequer segue, um fenômeno que desestimula a postagem pessoal ao gerar uma sensação de invisibilidade.3


Comparativo Estrutural entre Modelos de Recomendação

Característica

Grafo Social (Modelo Tradicional)

Grafo de Interesse (Modelo Contemporâneo)

Pilar Central

Conexões interpessoais e relacionamentos

Comportamento do usuário e relevância

Foco Algorítmico

Quem você segue

O que você gosta de consumir

Alcance Orgânico

Dependente da base de amigos/seguidores

Dependente da qualidade e viralidade do post

Experiência do Usuário

Conectar e atualizar-se sobre conhecidos

Entretenimento e descoberta de novos tópicos

Impacto no Criador

Necessidade de construir audiência fiel

Possibilidade de viralizar sem seguidores prévios

3

O resultado direto dessa mudança é a marginalização do conteúdo amador. Quando as plataformas priorizam a "perfeição algorítmica", o usuário comum sente que sua vida cotidiana não é "digna" de ser postada, levando ao que Kyle Chayka descreve como a homogeneização da cultura: cafés, destinos turísticos e estilos de vida começam a se parecer exatamente iguais porque são moldados para satisfazer os mesmos critérios algorítmicos.6


Gartner e a Previsão de Êxodo Digital para 2026


A crise de confiança e a degradação da qualidade das interações levaram a consultoria Gartner a emitir previsões alarmantes sobre o futuro da interação social online. Segundo relatórios de 2024, projeta-se que 50% dos consumidores irão abandonar ou limitar significativamente suas interações com as redes sociais até 2026.17 Esta tendência é alimentada por um sentimento de "decadência percebida" (perceived decay), onde 53% dos usuários acreditam que o estado atual das plataformas piorou significativamente nos últimos cinco anos.15

Os fatores que impulsionam esse desengajamento em massa são variados, mas convergem na desconfiança sistêmica. A proliferação de desinformação, a presença onipresente de bots e a toxicidade do ambiente digital são citados como as principais causas para o afastamento.18 Além disso, a integração agressiva de Inteligência Artificial Generativa tem gerado resistência; 70% dos consumidores acreditam que o uso excessivo de IA nas redes prejudicará a experiência do usuário, tornando o conteúdo menos autêntico e mais propenso a alucinações informativas.17


Fatores de Rejeição e Desgaste das Plataformas

Motivo de Insatisfação

Percentual de Consumidores (Gartner)

Implicação para Marcas

Desinformação e Fake News

72% temem a disseminação via IA

Necessidade de selos de autenticidade

Qualidade Decadente

53% sentem piora no ecossistema

Perda de relevância da publicidade orgânica

Uso Excessivo de IA

70% acreditam que prejudica a UX

Valorização do conteúdo "human-only"

Intenção de Abandonar

50% planejam limitar uso até 2026

Urgência em diversificar canais de aquisição

15

Essa retração está forçando diretores de marketing (CMOs) a repensarem suas estratégias. Gartner prevê que, em resposta a essa desconfiança, 20% das marcas passarão a usar a "ausência de IA" como um diferencial competitivo e um selo de qualidade humana até 2027, um conceito denominado marketing "acústico".17


O Refúgio no Dark Social: A Privatização da Conexão


À medida que os feeds públicos se tornam vitrines publicitárias estéreis, a interação social genuína migrou para o que se chama "Dark Social".21 Este termo descreve o compartilhamento de conteúdo em canais privados, como aplicativos de mensagens (WhatsApp, Telegram, Signal), grupos fechados (Discord, Facebook Groups) e mensagens diretas (DMs).21 Estima-se que impressionantes 84% de todo o compartilhamento de conteúdo online ocorra agora por meio desses canais privados.21

O recuo para o privado é uma resposta direta à fadiga da exposição pública. No Dark Social, o usuário está livre da pressão por curtidas, da vigilância algorítmica e do risco de escrutínio público ou cancelamento.2 Para a Geração Z, plataformas como o Discord tornaram-se o equivalente digital das antigas praças públicas, onde comunidades com interesses de nicho podem se reunir sem a interferência de anúncios intrusivos ou da necessidade de performar para um público anônimo.2


Métricas e Eficácia do Compartilhamento Privado


A importância do Dark Social para o marketing contemporâneo reside na sua alta taxa de confiança e intenção de compra, conforme demonstrado no quadro abaixo.

Métrica

Valor Estimado

Significado Estratégico

Volume de Compartilhamento

84% das interações totais

A maior parte da influência é "invisível"

Taxa de Conversão

4x a 5x superior a redes públicas

Recomendações de amigos são mais eficazes

Dificuldade de Rastreamento

70% dos profissionais não conseguem medir

Tráfego é erroneamente classificado como "Direto"

Engajamento em Grupos Privados

Até 80% em lançamentos exclusivos

Comunidade vence alcance em massa

21

Um estudo de caso emblemático em 2025 envolve o uso de servidores de Discord pelo Spotify para seus superfãs. Embora o alcance numérico fosse menor que uma campanha global no Instagram, a taxa de conversão para a venda de produtos exclusivos nesses grupos privados atingiu 80%, demonstrando que a profundidade da comunidade é mais valiosa que a largura do alcance algorítmico.22


O Impacto da Inteligência Artificial Generativa e o Conteúdo "Slop"


A integração massiva de ferramentas de IA nas plataformas de redes sociais em 2024 e 2025 gerou o que pesquisadores chamam de "O Paradoxo da IA": nunca foi tão fácil criar conteúdo, mas nunca foi tão difícil gerar conexão real.22 O fenômeno do "AI Slop" — conteúdo gerado por IA de baixa qualidade, repetitivo e visualmente homogêneo — inundou os feeds, levando a uma reação psicológica de rejeição por parte dos usuários.22

Estudos de rastreamento ocular realizados no segundo trimestre de 2025 indicam que os usuários desenvolveram uma "cegueira para IA", rolando por imagens e vídeos gerados artificialmente três vezes mais rápido do que por fotos humanas autênticas.22 A perfeição estética da IA, com peles impecáveis e iluminação irreal, é percebida como entediante ou "assustadora" (vale da estranheza), o que reforça a tendência de postagem zero: se o feed está cheio de "lixo" algorítmico, o usuário comum não sente vontade de contribuir com suas fotos reais.8


O Papel da IA na Criação de Conteúdo: Produtividade vs. Percepção

Dimensão

Impacto da IA no Criador

Impacto da IA no Consumidor

Velocidade

Aumento de 37% na produtividade de posts

Sobrecarga de informações (Slop)

Qualidade Percebida

Uniformidade e polimento técnico

Queda na percepção de autenticidade

Engajamento

Facilita a manutenção da frequência

Aumento de 'dislikes' e reações negativas

Confiança

Risco de desinformação não intencional

72% de desconfiança nos resultados de IA

17

O modelo de "Human Sandwich" tem emergido como uma estratégia recomendada para marcas e criadores que desejam sobreviver a essa era: utilizar a IA para brainstorming e distribuição (as fatias do pão), mas garantir que o núcleo da mensagem e a criação final (o recheio) sejam estritamente humanos e tragam a "prova de vida" necessária para gerar confiança.22


A Realidade Brasileira: Liderança em Engajamento e Saturação de Grupos


O Brasil ocupa uma posição singular no cenário digital global. Com 144 milhões de usuários ativos, o país lidera o ranking de tempo médio de uso na América Latina, com 48 horas mensais dedicadas às redes sociais por visitante.13 No entanto, essa intensidade de uso não se traduz necessariamente em postagens públicas. O comportamento do brasileiro reflete uma dependência profunda de aplicativos de mensagens, com o WhatsApp sendo a plataforma líder absoluta em termos de presença e utilidade cotidiana.33

Contudo, até mesmo no Brasil, o país do "engajamento extremo", sinais de saturação estão surgindo. Pesquisas do InternetLab indicam uma queda significativa na circulação de notícias e debates políticos em grupos de família e amigos no WhatsApp em 2024.26 O relato de "cansaço dos grupos" (fatigue) tornou-se comum, indicando que o conflito constante e a sobrecarga de mensagens estão levando o brasileiro a um recuo estratégico, preferindo grupos menores e paralelos onde a interação é mais controlada e menos exaustiva.26


Panorama das Plataformas no Brasil (2025)


A dominância de plataformas específicas molda a forma como o conteúdo pessoal é compartilhado ou retido.

Plataforma

Penetração em Smartphones (%)

Perfil de Engajamento

WhatsApp

> 95%

Principal canal de vida social e negócios

Instagram

91%

Exposição de estilo de vida e Reels (crescimento de 49%)

Facebook

76%

Público acima de 50 anos e classes C/D/E

TikTok

Alta (54.7% na Gen Z)

Consumo passivo de entretenimento

YouTube

Alta (84% na Gen Z)

Educação, música e longa duração

12

Teorias Psicológicas da Fadiga e o Silêncio Digital


A retração das postagens pode ser explicada através de modelos psicológicos de carga cognitiva e comparação social. A Teoria da Carga Cognitiva sugere que o cérebro humano possui uma capacidade finita de processar estímulos.11 O fluxo infinito de informações, notificações e a pressão para responder instantaneamente levam à fadiga das redes sociais, resultando em comportamentos de "lurking" (observação passiva) ou suspensão total de uso.11

Adicionalmente, a Teoria da Comparação Social desempenha um papel crucial. Ao serem expostos constantemente a vidas idealizadas e conteúdos ultraprofissionais, os usuários tendem a avaliar negativamente suas próprias vidas.11 Esse processo de comparação gera ansiedade e diminui a autoeficácia digital, levando o indivíduo a concluir que sua vida cotidiana não é "interessante o suficiente" para o escrutínio público, reforçando o ciclo de postagem zero.11

A relação entre o uso excessivo e o bem-estar pode ser expressa matematicamente pela função de utilidade marginal decrescente da rede social:


$$U(t) = \alpha \cdot \ln(t) - \beta \cdot t^2$$

Onde $U$ representa a utilidade ou bem-estar, $t$ o tempo de uso, $\alpha$ o benefício inicial de conexão e $\beta$ o custo de fadiga e comparação social. À medida que $t$ aumenta, o termo de custo quadrático ($\beta \cdot t^2$) domina, levando a uma queda abrupta no bem-estar percebido e motivando o usuário a reduzir o uso ou cessar a postagem.11


Conclusões e Recomendações Estratégicas


A análise exaustiva dos dados demonstra que a era da postagem indiscriminada chegou ao fim. O que estamos presenciando não é o desaparecimento das redes sociais, mas sua bifurcação em duas esferas distintas: plataformas de consumo de entretenimento massificado (Broadcasting) e espaços privados de conexão íntima (Narrowcasting).2

Para profissionais de marketing, marcas e influenciadores, as conclusões deste cenário impõem uma mudança radical de rota:

A obsessão pelo alcance orgânico nos feeds públicos deve ser substituída por estratégias que incentivem o compartilhamento no Dark Social. O sucesso em 2026 não é medido por quantas curtidas um post recebe, mas por quantas vezes o link foi copiado e enviado em grupos privados.21

Em um mar de conteúdos gerados por IA, o erro, a imperfeição e o "bastidor" (behind-the-scenes) tornam-se ativos valiosos. O conteúdo que demonstra "prova de vida" humana terá taxas de retenção significativamente superiores ao "AI Slop".19

As marcas devem atuar como facilitadoras de microcomunidades. O futuro pertence às empresas que conseguem criar espaços seguros (como servidores de Discord ou grupos exclusivos de WhatsApp) onde seus consumidores possam interagir entre si, longe do ruído dos algoritmos globais.22

Com a previsão de que 50% dos usuários limitarão seu uso de redes públicas, a dependência excessiva dessas plataformas para aquisição de clientes torna-se um risco sistêmico. Investir em canais proprietários, e-mail marketing direto e fidelização via comunidades fechadas é imperativo para a resiliência corporativa no próximo biênio.17

Em suma, o silêncio digital dos usuários comuns não é um sinal de morte das redes, mas um protesto silencioso contra a desumanização algorítmica. O retorno à autenticidade e à privacidade marca o início de uma nova fase da internet, onde a qualidade da conexão humana voltará a ser o critério definitivo de valor.1


Referências citadas

  1. Estamos prontos para o mundo da “postagem zero” em redes ..., acessado em janeiro 5, 2026, https://luzzdesign.com.br/estamos-prontos-para-o-mundo-da-postagem-zero-em-redes-sociais-digitais/

  2. Why Have Our Friends Gone Quiet on Social Media? - DawatMedia24, acessado em janeiro 5, 2026, https://dawatmedia24.com/science-and-technology/why-have-our-friends-gone-quiet-on-social-media/

  3. How Social Graph vs Interest Graph Algorithms Impact Ads - Madgicx, acessado em janeiro 5, 2026, https://madgicx.com/blog/social-graph-vs-interest-graph

  4. Interest Graph Algorithm: How Social Media Knows You - Single Grain, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.singlegrain.com/blog/ms/social-media-algorithm/

  5. Por que muita gente deixou de postar nas redes sociais? - YouTube, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.youtube.com/shorts/dFhY2qR13AY

  6. The Best Books I Read in 2025 | Ryan Murdock, acessado em janeiro 5, 2026, https://ryanmurdock.com/2025/12/the-best-books-i-read-in-2025/

  7. Why Follower Count Doesn't Matter Anymore: From Social Graph to Content/Interest Graph - Jousef Murad, acessado em janeiro 5, 2026, https://jousefmurad.com/resources/blog/social-graphs-vs-content-graphs

  8. Senspace Investor Story - Substack, acessado em janeiro 5, 2026, https://substack.com/home/post/p-175059972

  9. The State of Gen Z - CTAM, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.ctam.com/industry-resources/media-behaviors-and-industry-trends/the-state-of-gen-z/

  10. Gen Z Social Media Usage Statistics: The 2025 Report - Sociallyin, acessado em janeiro 5, 2026, https://sociallyin.com/gen-z-social-media-usage-statistics/

  11. Too much social media? Unveiling the effects of determinants in social media fatigue - Frontiers, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.frontiersin.org/journals/psychology/articles/10.3389/fpsyg.2024.1277846/full

  12. Teens, Social Media and Technology 2024 - Pew Research Center, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.pewresearch.org/internet/2024/12/12/teens-social-media-and-technology-2024/

  13. Dados sobre Redes Sociais no Brasil em 2025 - Publya, acessado em janeiro 5, 2026, https://publya.com/blog/dados-sobre-redes-sociais-no-brasil-em-2025/

  14. The Shift From Who to What: Understanding Social Media Interest Graphs - TriMark Digital, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.trimarkdigital.com/blog/the-shift-from-who-to-what-understanding-social-media-interest-graphs/

  15. Is social media headed for a slump? - Schooley Mitchell, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.schooleymitchell.com/blog/is-social-media-headed-for-a-slump/

  16. Middle Cinema - Navigating art, capitalism, and failure in the Indonesian film boom - Harvard DASH, acessado em janeiro 5, 2026, https://dash.harvard.edu/server/api/core/bitstreams/bdb9329d-eb1a-419f-ae9c-aba5d449435c/content

  17. Gartner's 2024 CMO predictions: The double-edged sword of generative AI, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.marketingtechnews.net/news/gartners-2024-cmo-predictions-the-double-edged-sword-of-generative-ai/

  18. Half of consumers will abandon or 'significantly limit' social media interactions by 2025: report | News | JustoGlobal, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.justoglobal.com/news/p/half-of-consumers-will-abandon-or-significantly-l0R4WkvQ

  19. Half of consumers will abandon or 'significantly limit' social media interactions by 2025: report | Retail Dive, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.retaildive.com/news/50-percent-consumers-abandon-or-significantly-limit-social-media-interactions/704088/

  20. Gartner Predicts Mass Consumer Social Media Exodus by 2025 ..., acessado em janeiro 5, 2026, https://www.cxtoday.com/uncategorized/gartner-predicts-mass-consumer-social-media-exodus-by-2025/

  21. The Unseen Persuaders: Navigating Dark Social and Its Impact on Brand Perception and Consumer Behavior - MarketingCourse.org, acessado em janeiro 5, 2026, https://marketingcourse.org/the-unseen-persuaders-navigating-dark-social-and-its-impact-on-brand-perception-and-consumer-behavior/

  22. 2025 Social Media & Content Trends: A Recap of the Year's Biggest ..., acessado em janeiro 5, 2026, https://halotechmedia.sg/blog/2025-social-media-content-trends-recap/

  23. Dark Social: What You Need to Know, acessado em janeiro 5, 2026, https://buffer.com/resources/dark-social/

  24. Dark Social in 2025: Marketing Strategies for Ecommerce Brands - Paxcom, acessado em janeiro 5, 2026, https://paxcom.ai/blog/dark-social-for-ecommerce-brands/

  25. Dark Social vs. Dark Funnel: Decoding the Invisible Buyer Journey - Intent Amplify, acessado em janeiro 5, 2026, https://intentamplify.com/blog/dark-social-vs-dark-funnel-decoding-the-invisible-buyer-journey/

  26. Brasileiro debateu menos política em grupos de família e amigos no WhatsApp em 2024, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.estadao.com.br/politica/brasileiro-debateu-menos-politica-grupos-familia-amigos-whatsapp-2024-nprp/

  27. What is Dark Social? - Vixen Digital, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.vixendigital.com/social-media/what-is-dark-social/

  28. Dark Social: The Hidden Force Behind Your Traffic - Guillermo Wolf, acessado em janeiro 5, 2026, https://guillermowolf.com/2025/07/13/dark-social-the-hidden-force-behind-your-traffic/

  29. The Impact of Generative AI on Social Media: An Experimental Study - ResearchGate, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.researchgate.net/publication/392766130_The_Impact_of_Generative_AI_on_Social_Media_An_Experimental_Study

  30. Full article: Strategising with generative AI: Productivity gains in social media marketing, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/13527266.2025.2525913

  31. The Impact of AI on Social Media Content Creation: Balancing Automation and Authenticity, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.feedhive.com/blog/the-impact-of-ai-on-social-media-content-creation-balancing-automation-and-authenticity

  32. Redes Sociais em 2025: 72% da População Digital do Brasil Estão Conectados, acessado em janeiro 5, 2026, https://qimercado.com.br/redes-sociais-em-2025-72-da-populacao-digital-do-brasil-estao-conectados/

  33. As Redes Sociais mais usadas no Brasil em 2024: tudo o que você precisa saber sobre cada rede social - Conversion, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.conversion.com.br/blog/redes-sociais/

  34. Pesquisa WhatsApp no Brasil: os principais dados sobre o uso do app - Blog Opinion Box, acessado em janeiro 5, 2026, https://blog.opinionbox.com/pesquisa-whatsapp-no-brasil/

  35. Brasileiros amam WhatsApp, Instagram e streaming - UOL para Marcas, acessado em janeiro 5, 2026, https://blog.publicidade.uol.com.br/insights/brasileiros-amam-whatsapp-instagram-e-streaming/

  36. Too much social media? Unveiling the effects of determinants in social media fatigue - PMC, acessado em janeiro 5, 2026, https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11300332/

  37. The impact of multidimensional excessive social media use on academic performance: the moderating role of mindfulness - Frontiers, acessado em janeiro 5, 2026, https://www.frontiersin.org/journals/psychology/articles/10.3389/fpsyg.2025.1579509/full

  38. The State of B2B Social Media in 2025 (U.S. Tech & Corporate Sectors), acessado em janeiro 5, 2026, https://www.britopian.com/wp-content/uploads/2025/03/B2B-Social-Media-2025.pdf

Comentários


bottom of page