Novidades sobre o Marketing Digital no Facebook


Depois de tanto tempo, você ainda se pergunta se o Facebook ainda é relevante para a sua estratégia de marketing?


Neste artigo, trazemos novos insights e pesquisas de como os anúncios estão sendo utilizados na plataforma.


1 - Gasto com Anúncios no Facebook irá crescer


De acordo com estudo do Social Media Examiner, 94% de mais de 5.700 entrevistados usam essa rede social na sua estratégia (1% a mais do que a mesma pesquisa feita no ano passado). Além disso, 62% disseram que o Facebook é a sua principal plataforma.



Faz somente oito anos que o Facebook lançou suas capacidades avançadas de segmentação de público e entregou as rédeas de criação e gerenciamento de anúncios ao cliente. Esses dois avanços fizeram com que a receita de anúncios quase triplicasse, passando de US $ 272 milhões para US $ 777 milhões no primeiro ano. O Facebook deverá captar US $ 36,29 bilhões em receita de anúncios neste ano, um aumento de 35,0% em relação a 2016.


O eMarketer informa que, em 2015, havia 1,22 bilhões de contas legítimas e não comerciais do Facebook e esse número cresceu 12,8% - são 1,34 bilhões em 2016. O crescimento diminuiu ao longo do ano passado e, no entanto, de 2016 a 2017, o Facebook viu apenas um crescimento de 9,6% de sua base de usuários. De 2017 a 2018, prevêem crescimento de 7,9%.



Como resultado, o estudo relata que os gastos com anúncios no Facebook diminuirão consideravelmente ao longo do próximo ano - um aumento de apenas 26,5%, enquanto 2016 apresentou um aumento de 57,4%. Um dos motivos pode ser que a rede simplesmente está ficando sem espaço publicitário em feeds de notícias das pessoas - alertado pela empresa aos investidores desde o ano passado.


O que isso significa para nós? Além do aumento da concorrência e dos custos, uma maior rejeição dos consumidores.


Em outras palavras, os anúncios no Facebook estão começando a passar despercebidos pelos consumidores devido ao número e à freqüência deles. Os custos dos anúncios estão aumentando, enquanto muitos vêem as taxas de engajamento caírem. De acordo com o relatório, 53% dos pesquisados ​​viram um declínio na exposição.


Isso nos faz pensar se os profissionais de marketing estão incluindo o Facebook no seu trabalho só por causa da enorme base ou se estão realmente considerando os números obtidos.


Na verdade, no relatório da ClickZ Intelligence, 61% dos profissionais de publicidade planejam aumentar o gasto de anúncios no Facebook e 20% não planejam fazer nenhuma alteração. Em outras palavras, 81% dos que utilizam o Facebook não vão a lugar nenhum.


Conclusões


O Facebook sabe que seus anúncios não são tão eficazes como costumavam ser e eles ficando sobrecarregados - e é por isso que eles introduziram novas opções, como anúncios do Messenger (o que não significa que o Facebook Ads seja obsoleto).


Uma vez que os analistas de redes sociais já começaram a sentir a saturação do mercado, seria bom aderir aos novos tipos de anúncio enquanto eles ainda estão frescos, especialmente porque a pesquisa mostra que 62% das pessoas planejam aumentar esses anúncios.



2 - Os profissionais de marketing continuam a questionar as métricas do Facebook


Na pesquisa, 42% de nossos entrevistados relataram que suas atividades no Facebook são efetivas - em 2016, esse número era de 46%. Por outro lado, 58% dizem que suas iniciativas de marketing no Facebook não são eficazes ou não sabem se são ou não. Medir o ROI sempre foi difícil para esses profissionais, mas essa dificuldade é a única culpada pela percepção da diminuição da eficácia?



Provavelmente não.


Em setembro de 2016, o Wall Street Journal informou que, por dois anos, o Facebook superestimou a quantidade de tempo que os usuários passaram assistindo vídeos na plataforma em até 80%. Embora esta questão tenha sido suficiente para que alguns possam questionar as capacidades de medição do Facebook, o limite mínimo para uma visualização é de três segundos - portanto, esse erro não afetou o número total de visualizações a serem informadas às empresas.


Apenas dois meses depois, no entanto, surgiu outro problema de medição.


Em 9 de dezembro de 2016, o Facebook anunciou que notaram uma diferença entre o número de likes e compartilhamentos, incluindo no número a possibilidade do mesmo usuário ter visto o mesmo anúncio em outra plataforma.


Embora tenham solucionado o problema, isso nos faz indagar a eficácia de como o Facebook mede as métricas que determinam não apenas o que os anunciantes pagam, mas também os dados que usam para determinar a eficácia de suas campanhas.


Conclusões


É importante que as marcas permaneçam vigilantes e fiquem atentos a qualquer discrepância de dados em seus números publicitários do Facebook, especialmente quando novos tipos de anúncios começam a aparecer. Quando novos formatos de anúncios são lançados, muitas vezes as métricas existentes devem ser modificadas ou implementadas novas.



3 - Diversificação dos anúncios no Feed


É notável o crescimento da insatisfação dos usuários na veiculação de anúncios na sua timeline - e o Facebook está admitindo isso e que estão ficando sem espaço para colocarem todos as propagandas.


Quando os consumidores vêem muitos anúncios muitas vezes, as taxas de clique caem. Além disso, acrescente o fato de que muitas empresas não utilizam anúncios diversificados, o que acaba irritando ainda mais os possíveis clientes.


Em um relatório que acabou virando e-book, o HubSpot analisou mais de 100.000 anúncios do Facebook e descobriu que quase 75% destes são anúncios links. O restante da fatia é feita por vídeos (15,5%), imagens (8,2%) e eventos e anúncios de ofertas (1,9%).


Em outras palavras, seus dados mostram que quando você utiliza anúncios de link da sua página, você está fazendo o que 75% de todos os anunciantes do Facebook estão fazendo. É um motivo plausível para seu anúncio não ser visto no meio de tantos.


Conclusões


Na pesquisa que falamos no começo do texto, 75% dos entrevistados disseram que estavam planejando usar mais vídeos como parte de sua estratégia de conteúdo e 61% planejam usar mais lives - eram 31% apenas um ano atrás. E, conforme já anunciamos aqui em nossa coluna semanal de novidades nas redes sociais, o Facebook irá começar a veicular anúncios também nesses vídeos ao-vivo. Então, aí se encontra mais uma oportunidade de veicular seus anúncios de forma diferente.

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